Vem aí “RANDEVU DO AVESSO” no Teatro Café Pequeno. – isso vai ser um surto coletivo!!!

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Atores dos musicais “O Baile” e “Cabaret Melinda”, apadrinhados por Ney Latorraca e Louise Cardoso, estreiam novo musical com supervisão de José Possi Neto

“Os atores se apresentam com tanta entrega, amor, loucura e profissionalismo que nos faz lembrar de épocas passadas, de espetáculos como Dzi Croquetes, Hair, Roda Viva e outros.” Ney Latorraca

“O resultado não poderia ser melhor: o texto da Cláudia Mauro (com colaboração de todo o elenco), é original, irreverente e divertido, as músicas e coreografias costuram com humor o espetáculo e o elenco tem uma garra e alegria de estar em cena como poucas vezes vi no teatro!” Louise Cardoso

“Cabaret remete aos quadros do Chagall: é circo; é I Pagliacci de Fellini; é Havana Vieja; é Sambódromo delirante; é uma continuação alegórica do espetáculo O Baile, do qual, inclusive, saiu parte de seu elenco para criar essa promissora e apaixonante companhia.” Luis Carlos Lacerda

ESTREIA: 21 de junho (6ª f), às 20h

LOCAL: Teatro Municipal Café Pequeno

Avenida Ataulfo de Paiva, nº 269 – Leblon  Tel: 21 2294.4480

HORÁRIOS: sexta e sábado às 20h e domingo às 19h (a casa e o bar abrem uma hora antes)

DURAÇÃO: 85 min CAPACIDADE: 80 espectadores GÊNERO: musical

INGRESSOS: R$50,00 e R$25,00 (meia)

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: 18 anos

TEMPORADA: até 04 de agosto

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“RANDEVU DO AVESSO”, musical com supervisão de José Possi Neto, estréia no próximo dia 21 de junho no Teatro Municipal Café Pequeno. O texto é de Claudia Mauro, em processo colaborativo com o elenco, e a direção é de Alice Borges, Édio Nunes e Marcos Ácher. No elenco estão Alice Borges, Anna Claudiah Vidal, Beth Lamas, Charles Fernandes, Claudia Mauro, Édio Nunes, Gisela Saldanha, Marcos Acher, Najla Raja e Ruben Gabira.

O patrocínio é do Governo do Rio de Janeiro e da Secretaria de Estado de Cultura, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, e da Farmoquímica.

O espetáculo é uma continuidade da pesquisa iniciada em “Cabaret Melinda”, musical criado em 2008 e apresentado em casas noturnas como os extintos Canequinho e Canecão, Lapa 40º, de Carlinhos de Jesus, e espaços alternativos como o Rio Scenarium. “Cabaret Melinda” surgiu do desejo de continuidade da parceria de onze atores que trabalharam juntos durante um ano no espetáculo “O Baile”, dirigido por José Possi Neto, que cumpriu temporadas de sucesso no Rio (Teatro Ginástico e Teatro João Caetano) e em São Paulo (Teatro Cultura Artística).

Ao longo de quatro anos, o texto foi modificado com a criação de novas personagens, novos números musicais, novos figurinos e novo cenário, culminando num espetáculo totalmente novo, mas que mantém o espírito alegre e irreverente de “Cabaret Melinda”.

Abordando temas de atualidade e relevância, como a “evolução das neurociências, da genética e da criogenia humana”, “RANDEVU DO AVESSO” busca, num momento em que as superproduções musicais tomam conta do eixo Rio – São Paulo, se firmar como um musical de temperamento bem brasileiro – repleto de ginga, deboche e pouca obediência às regras formais.

SINOPSE

O musical conta a história da diva MELINDA MELAÇO. Como todas as grandes divas, MELINDA tem um histórico pontuado por tragédias e uma carga genética complicada. Filha de um grande barítono e de uma famosa atriz, MELINDA traz no seu DNA um talento extraordinário para a música, vindo do pai, e o carisma e o alcoolismo, vindos da mãe. Sua saga é narrada pelo seu próprio corpo. As personagens se dividem entre órgãos, sensações e substâncias químicas.

Tudo acontece no camarim de um teatro, numa tarde de ensaio que antecede a noite de estreia de um grande show de MELINDA. A diva, alterada depois de beber muito, decide que não irá estrear. Revoltada com a hipocrisia que rege o mundo, toma várias bolas e tem uma overdose. O corpo entra em colapso.

O público ‘entra’ dentro do corpo de MELINDA e acompanha as reações de seus órgãos de acordo com as situações e emoções vividas.

Um encontro artístico que já dura seis anos

O primeiro musical do grupo, “Cabaret Melinda”, surgiu em 2008 do desejo de onze atores do espetáculo “O Baile” (2007/2008), dirigido por José Possi Neto, de continuar a trabalhar juntos, após bem sucedidas temporadas no Rio e em São Paulo.

A partir de uma idéia proposta pela atriz Cláudia Mauro, que assinava o texto original, o grupo partiu para uma criação em processo colaborativo do roteiro, das coreografias e da direção do espetáculo. A equipe de “O Baile” reuniu-se para além do palco – Claudio Tovar assinou os figurinos, Claudio Lins compôs a trilha musical e José Possi Neto cuidou da supervisão artística.

De forma despretensiosa, começaram a se reunir para as leituras do texto, até que Ney Latorraca, amigo da trupe, começou a se envolver no projeto e resolveu apadrinhá-lo ao lado de Louise Cardoso, outra simpatizante do trabalho do grupo.

“Cabaret Melinda” apresentou-se em 2008 no Rio Scenarium e no Canequinho Café, e por uma única noite no Canecão, em 2009.

Ficha Técnica  

Texto Anormal: Claudia Mauro

Direção Paranóica: Alice Borges, Édio Nunes e Marcos Ácher

Assistência Pirada de Direção: Marília Araujo

Supervisão Geral da Loucura: José Possi Neto

Elenco / Personagens:

Alice Borges: Sopranina / Cuzidô / Maria Teta / Lili Coca

Anna Claudiah Vidal: Gina Falópio / Tarja Najla, a tarja preta

Beth Lamas: Melinda

Charles Fernandes: Aza, o pensamento / Espermarcos / Laringo-goboy

Claudia Mauro: Afrodite Pinefrina / Ovo Pô-Chê.

Édio Nunes: Pentelho Profeta / Mano Calo / Besteirão / Espermauricio / Telmo Lactina, o hormônio alterado / Maestro Multipotente, a célula tronco

Gisela Saldanha: Lady Adrianina / Espermatilde

Marcos Acher: Cirrus Hepaticus / Espermaurício / Dona Menô

Najla Raja: Mezzo Cotoca, Abigail / Espermarcia

Ruben Gabira: Sanus Insanus / Diretor

Figurinos Bipolares: Claudio Tovar

Cenário Esquizofrênico: Nello Marrese

Iluminação Alucinógena: José Possi Neto e Rogério Medeiros

Trilha Original Tresloucada: Claudio Lins

Direção Musical e Arranjos Dissonantes: Claudio Lins e Tony Lucchesi

Coreografias Desvairadas: Adriana Nogueira, Charles Fernandes, Édio Nunes, Eliane Carvalho (Flamenco), Silvia Matos (ballet moderno), Mabel Tude (Sapateado) e Marília Araujo

Projeto Gráfico Paranóide: Marcos Ácher

Fotos Delirantes: Dalton Valério

Produção Executiva em Delirium: Regina Monteiro

Direção de Produção da Insanidade: Alice Borges, Claudia Mauro, Denise Escudero e Gisela Saldanha

Realização da Catarse: Alice Borges, Claudia Mauro e Catsapá Produções Artísticas

Síndrome Compulsiva de Divulgação: JSPontes Comunicação – João Pontes e Stella Stephany

José Possi Neto

Supervisão Artística

Diretor de grande expressão na cena brasileira, José Possi Neto dirigiu inúmeros espetáculos de teatro, musicais, óperas e shows. Recentemente  assinou a direção do espetáculo “Loba de Ray-Ban”, com Cristiane Torloni; e o musical “Cabaret”, estrelado por Claudia Raia, “Um Porto Para Elizabeth Bishop”, com Regina Braga.

Destacam-se, entre seus trabalhos, “Marilyn Miranda”, “Sonho de Valsa”, “Um Sopro de Vida”, “Tratar com Murdoch”, “Lilith, a lua negra”, “Emoções Baratas”, ”Mucho Corazon” e, mais recentemente, “Amigas Pero No Mucho”, “Usufruto” e “Música Segunda”.  Além de dirigir vários espetáculos com Marília Pêra, Cristiane Torloni e Regina Duarte.

Em 2007 dirigiu e adaptou a montagem brasileira de “O Baile”, de Jean Claude Penchenat. Em 2008 supervisionou o musical “Cabaret Melinda”, criado pro um grupo de atores com quem já havia trabalhado em “O Baile”.

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