Sobre Câmbio


Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e

Secretaria Municipal de Cultura

apresentam

 

 

Começa, no dia 06 de abril, a segunda edição do projeto “Câmbio”, com direção artística de César Augusto e direção de produção de Jonas Calmon Klabin. Durante um ano, o evento estará no Teatro Municipal Café Pequeno e, para o mês de lançamento, o público poderá contar com o espetáculo “Hedwig e o Centímetro Enfurecido”, com direção de Evandro Mesquita e com temporada de quinta a domingo, até o dia 22 deste mês.

 

A Oz, através do patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e da Secretaria Municipal de Cultura, é responsável pela continuação do projeto e contempla repaginar o espaço, criandouma ambientação cenográfica e dando a ele maiores possibilidades de receber produções com relação de palco e plateias diferentes.

“’Câmbio’ aposta na sua definição, constantemente trocando tudo de lugar. E isso no sentido maior. Nossa primeira edição foi no Teatro Glaucio Gill. Nesta segunda edição, agora no Teatro Café Pequeno, faremos também uma repaginação do espaço para ficar ainda mais acolhedor do público e das produções, além de criar novas possibilidades de relação-plateia. A programação também… cheia de troca-troca”, diz Jonas Klabin.

Na programação, artistas que estão em produção ascendente no cenário cultural do Rio; projetos de outros estados e países; espetáculos de sucesso e inéditos; musicais, shows de música, cabaré, esquetes musicais, dança, teatro de revista, leituras dramatizadas, poesia e workshop. Também serão realizadas parcerias com Festivais, como o Tempo_Festival das Artes e o FESTLIP (Festival deTeatro da Língua Portuguesa); grupos de teatro, música, dança e personalidades criando uma programação popular, rica e diversificada, acessível a todas e contando com planos de formação de plateia.

 

Manteremos a diversidade de companhias, diretores e autores de espetáculos, incluindo alguns projetos convidados e outros realizados pelos diretores da ocupação”, afirma César Augusto.

 

Todo o processo de ocupação poderá ser acompanhado pelo blog cambio.art.br, que também manterá disponíveis formulários de inscrições para pautas, workshops, atividades e também as matérias, os serviços e fotos de todos os eventos do projeto.

 

Sobre o Câmbio

 

A primeira edição do “Câmbio”, realizada no Teatro Estadual Glaucio Gill, se responsabilizou pelas atividades culturais exercidas ao longo de 11 meses, de final de maio 2010 a início de maio 2011. Com um olhar apurado, a curadoria criou uma programação diversificada, incluindo teatro, música, dança, cinema, e festivais, porém com um fio condutor definindo um perfil de produções de distinção de linguagem e valor cultural, contemporâneas e populares. Dentre os resultados da primeira ocupação, podemos destacar: a intervenção e ambientação cenográfica do teatro e produção de uma nova fachada; 60 espetáculos realizados no palco do Câmbio, somando um total de 394 sessões, onde artistas estabelecidos e talentosos estreantes dividiram o palco, apresentando espetáculos variados e aplaudidos pelo público e crítica e que renderam importantes prêmios e indicações, como nove indicações ao Prêmio Shell (ganhou dois), 16 indicações no APTR (ganhou sete), duas indicações ao Premio Contigo (ganhou um) e sete indicações ao Premio Arte Qualidade Brasil (ganhou um); realização de seis processos de oficina com artistas diferentes; um público total de 23.000 espectadores (média de público diário de 75% da lotação da casa incluindo o palco principal e o café-teatro) e, o resultado, a recolocação do Teatro Glaucio Gill no centro do cenário cultural carioca e na indicação na categoria especial do Prêmio APTR para o projeto “Câmbio”. Primeiro projeto de ocupação artística a receberesta indicação.

 

Serviço

Local: Teatro Café Pequeno (Rua Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon)

Telefone: (21) 2294-4480

Ingressos: até R$30,00 (inteira)

Capacidade: 100 lugares

Horários: Programação variada de quarta a domingo

Classificação indicativa: 18 anos

 

Ficha Técnica da Ocupação Artística

Direção artística: César Augusto

Direção de produção: Jonas Calmon Klabin

Produção executiva: André Vieira

Assistência de produção: Victor Gorgulho

Ambientação cenográfica: Pândega (Suzane Queiroz)

Programação visual e conteúdo web: Tania Grillo

Identidade visual: Radiográfico

Assessoria de imprensa: Daniella Cavalcanti

Consultoria Contábil: Cristiane Cavalcante

Co-produção: Treco

Realização: Oz

Currículos

 

César Augusto

É membro da Cia dos Atores desde a sua formação como ator, diretor, produtor e, eventualmente, como cenógrafo. Paralelamente, desenvolveu e participou de outros projetos e ações culturais: Riocenacontemporanea – Festival Internacional de Teatro da Cidade do Rio de Janeiro (membro da diretoria e curador); Festival de Teatro de São Jose do Rio Preto (curador); Núcleo de Festivais Internacionais do Brasil (associado). Dirige o TEMPO_FESTIVAL das Artes, festival internacional do Rio de Janeiro relativo às Artes Integradas tendo as Artes Cênicas como suporte. Participou do núcleo de direção artística do Espaço Cultural Sérgio Porto e do Teatro Ziembinski, em projetos de Ocupação Artística da Prefeitura do Rio de Janeiro.

Foi diretor Artístico da Ocupação CÂMBIO, no Teatro Glaucio Gill, entre 2010 e 2011, a

convite da Secretaria Estadual de Cultura, sendo indicado na categoria especial do prêmio APTR por este trabalho. É curador de artes cênicas no Galpão Gamboa, dirigido por Marco Nanini e Fernando Libonati, da Pequena Central.

Em cinema fez os curtas-metragens Remédios doAmor, de João Vargas (diretor de ator); Projeção nas Cavernas, de Bruno Safadi (ator); O Monstro, de Eduardo Valente (ator), representando o Brasil no Festival de Cannes. Como ator, também participou, dos longa –metragens Cleópatra, de Julio Bressane, vencedor do Festival de Brasília de Melhor Filme (Ator); Ressaca, de Bruno Vianna, na Mostra Live Cinema – Festival de Cinema do Rio (Ator) e No meu Lugar (Ator), direção de Eduardo Valente.

Fez inúmeros espetáculos de teatro, ao longo de sua carreira de ator, representando em temporadas nacionais e internacionais. Está em turnê pelo Brasil, com espetáculo Devassa, com direção de Nehle Frank.

Dirigiu os espetáculos A Babá, de Denise Crispum; O Enfermeiro, baseado no conto de Edgar Allan Poe; Tristão e Isolda, de Filipe Miguez; e Talvez,  com texto e atuação de Alamo Facó; Os Inocentes, com o coletivo Brecha Improviso e, atualmente, dirige o Espetáculo Peças de Encaixar, celebrando o segundo ciclo do projeto Autopeças, da Cia dos Atores.

Jonas Calmon Klabin

Viveu nos Estados Unidos, onde se formou em Literatura Comparada, História da Arte, Estudos de Cinema e Estudos da Cultura Européia em Brandeis University, Boston, e completou o Mestrado focando em Literatura, Arte e Cinema Ibero-americano em Tulane University, Nova Orleãs. Durante estes anos também produziu, dirigiu, filmou e editou dois documentários de curta-metragem, “An Art Café” e “Another Art Café” e traduziu “Memórias Sentimentais de João Miramar”, de Oswald de Andrade, para o inglês como parte de sua tese final. Terminando o mestrado, morou em Nova Iorque, onde participou de uma série de projetos de videoinstalações, colaborando com artistas como Daniel McKernan e Amanda Lepore.

Retornando ao Brasil, escreveu, produziu e dirigiu “Mistério na Mansão: O caso

do vaso perdido de Atlântida”, em 2006. Trabalhou na Pequena Central, empresa produtora de teatro e cinema dos sócios Marco Nanini e Fernando Libonati, onde permaneceu por dois anos. Foi produtor executivo de “O Bem Amado”, de 2007 a 2008, com direção de Enrique Diaz, produção artística Guel Arraes, com Marco Nanini e a Cia. Dos Atores.

Em 2008 também escreveu, produziu e dirigiu “Mistério na Mansão: O caso da cantora cantonesa”, estrelado por Marcos Oliveira. Em 2009 Jonas traduziu o texto e as letras musicais do espetáculo “Hedwig e o centímetro enfurecido”. Também foi responsável, junto ao Evandro Mesquita, diretor de espetáculo, pela adaptação do texto de um monólogo para um texto de dois atores e foi nomeado o melhor espetáculo em versão brasileira no Prêmio Contigo.

Sócio-diretor, com Dan Klabin, da Oz, produtora estabelecida em 2008, de teatro, musica e cinema, Jonas, se mantém a frente da produção dos projetos realizados. Dentre seus projetos mais recentes, destacamos: O show de musica “Brasileirinho – o show” realizado em Curitiba e no Rio de Janeiro, em agosto de 2010; o projeto “Câmbio”, de ocupação artística do Teatro Glaucio Gill. Junto ao Cesar Augusto, foram responsáveis por um ressurgimento do teatro e pela programação de espetáculos e eventos do teatro de maio de 2010 a maio de 2011, no Rio de Janeiro. O projeto foi indicado ao Quinto Premio APTR na categoria especial e recebeu outras 16 indicações ao APTR (ganhou 7), 09 ao Prêmio Shell (ganhou 2), 07 ao Prêmio Arte Qualidade (ganhou 1) e 2 ao Prêmio Contigo (ganhou 1), através de espetáculos que participaram da programação; o rock-musical “Hedwig e o centímetro enfurecido” direção de Evandro Mesquita, com Paulo Vilhena (RJ), Pierre Baitelli e Felipe Carvalhido (SP) (indicado ao Premio Shell de melhor ator e ao Premio Shell de melhor direção musical, vencedor do premio de melhor ator e nomeado para melhor espetáculo, melhor diretor e melhor atriz do Premio Arte Qualidade Brasil 2010. Indicado ao Premio Contigo de melhor musical em versão brasileira). Temporadas no Rio de Janeiro e São Paulo. Temporada popular carioca e turnê para Curitiba e Nordeste confirmadas para 2012; coprodução da primeira temporada carioca do “Inverno da Luz Vermelha”, com direção de Monique Gardenberg e Michele Matalon, com os atores André Frateschi, Marjorie Estiano e Rafael Primot. Vencedor de melhor direção (Monique Gardenberg) no Prêmio Contigo. Vencedor de melhor iluminação (Maneco Quinderé) no Prêmio Shell. Vencedor de melhor direção (Monique Gardenberg), melhor cenário (Daniela Thomas) e melhor iluminação (Maneco Quinderé) no Prêmio APTR. Produçãoda Nós Outros;  estreia carioca da turnê brasileira do DJ Stephane Pompougnac no Hotel Fasano, em coprodução com a Rob Digital em 5/2009.

Jonas atualmente traduz e prepara a produção do espetáculo “Grey Gardens – o musical”.

O COMEÇO DA OCUPAÇÃO CÂMBIO NO TEATRO MUNICIPAL CAFÉ PEQUENO

Dando continuidade a uma receita de sucesso comprovada, a segunda edição do projeto contempla repaginar o espaço, criando uma ambientação cenográfica e dando a ele maiores possibilidades de receber produções com relação de palco e plateia diferentes.  As primeiras intervenções do projeto CÂMBIO no espaço foram realizadas pensando em ampliar as possibilidades do teatro e melhorar o conforto do público que vêm prestigiar os espetáculos. A seguir fotos das realizações até o momento:

Nova comunicação e nova iluminação da fachada:

 

Extensão do palco com modulados:

 

Nova iluminação de plateia e pintura do ar condicionado: 

 

Melhoras no banheiro masculino:

  

Melhoras no banheiro feminino:

 

      

 

Ambientação cenográfica do foyer de entrada:

A PRIMEIRA EDIÇÃO DO CAMBIO:

A Fundação Eva Klabin, através de um convênio e patrocínio da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro e da FUNARJ,  foi responsável pela realização da ocupação artística do Teatro Estadual Gláucio Gill. A proposta tem como conceito-guia da produção e programação a palavra “Câmbio” e seus significados. A ocupação ocorrereu de maio de 2010 até maio de 2011, totalizando 12 meses.

Seguindo a linha de projetos de intervenção artística que a Fundação Eva Klabin vem realizando ao longo dos anos, como o projeto “Respiração” e o “Mistério na Mansão” que ocuparam a casa da Fundação Eva Klabin, criamos uma intervenção cenográfica com o intuito de destacar o Teatro Estadual Gláucio Gill dentro do cenário cultural carioca e regido pelo conceito de “câmbio”. O projeto transforma o espaço físico do teatro e abre uma plataforma de troca e exposição de projetos e idéias, criando um diálogo entre diferentes talentos, modalidades artísticas, projetos locais, interestaduais e internacionais.

Fisicamente, criamos uma intervenção cenográfica permanente durante a ocupação do teatro, cujo principal objetivo é dinamizar a relação de palco e platéia, acolhendo o público com diversas possibilidades de arranjo da platéia (de acordo com cada produção). Uma nova fachada artística foi montada com o intuito de chamar atenção à nova programação do teatro e do espaço alternativo no segundo andar reservado principalmente para uma grade de programação universitária, acolhendo assim os talentos em fase de formação.

Um coletivo formado por artistas/produtores profissionais é responsável pela direção, produção e programação artística do espaço.  A programação, que prioriza a qualidade das produções, investirá em artistas que estão em produção ascendente no cenário cultural do Rio de Janeiro, diversificará a programação com outras modalidades artísticas, principalmente a música, e acolherá projetos de outros estados e países.

O processo de ocupação é acompanhado de um blog na internet incluindo informações, vídeos, fotos e outros conteúdos sobre o teatro e todos os eventos realizados junto à ocupação do teatro.

FICHA TÉCNICA

  • Direção artística                           César Augusto
  • Direção de produção                    Jonas Calmon Klabin
  • Produção executiva                     Tathiana Mourão
  • Assistência de produção              Rafael Mose
  • Coordenação de programação    César Augusto
  • Programação palco principal      Jonas Calmon Klabin
  • Programação universitária         Diogo Liberano
  • Projeto cênico                 Arquitetura do Efêmero (Bia Junqueira e Henrique Mourthé)
  • Programação visual                     Radiográfico
  • Assessoria de imprensa              RPM Comunicação
  • Patrocínio                       Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro e FUNARJ
  • Realização                                     Fundação Eva Klabin
  • Produção                                       Oz e Cucaracha
  • Apoio                                             Blue Man
  • Promoção                                      MPB FM e Metrô Rio

MONTANDO A INTERVENÇÃO CENOGRÁFICA

O projeto cênico, assinado pela Arquitetura do Efêmero (Bia Junqueira e Henrique Mourthé) propõe uma nova relação de palco e platéia, permitindo diferentes formatos:

Italiano:

Arena:

BIA JUNQUEIRA FALA SOBRE O PROJETO CÊNICO

PANORAMA DA MONTAGEM

A BLUE MAN APOIA “CAMBIO” COM AMBIENTAÇÃO DO TEATRO

A Blue Man ambienta a fachada, hall de entrada, escada e lounge do teatro.

O TEMPO FESTIVAL ESTRUTURA ESPAÇO DE PRODUÇÃO

MATÉRIAS SOBRE O “CÂMBIO”

O Globo:

Folha de São Paulo:

O Estado de São Paulo:

FOTOS DO ESPAÇO NOVO

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