Sobre Câmbio

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CÂMBIO é um projeto de programação artística que realizou diversas ocupações, festivais e curadorias entre os anos de 2010 e 2015 no Rio de Janeiro e, agora em 2021, em meio à pandemia, retoma atividades em formato virtual. CÂMBIO contempla repaginar espaços culturais, incluindo os virtuais, oferecendo uma curadoria de espetáculos e experiências numa plataforma que explora as diferentes possibilidades de relação entre palco e plateia. Apostando na sua definição, a programação é cheia de troca: artistas que estão em produção ascendente; projetos de outros estados e países; espetáculos de sucesso e inéditos; musicais, shows de música, cabaré, esquetes musicais, dança, teatro de revista, leituras dramatizadas, poesia e oficinas, criando uma programação popular, rica, diversificada e acessível a todos. A programação poderá ser acompanhada no site cambio.art.br, que também manterá disponível solicitações de pauta (virtual) e para inscrições em oficinas e outras atividades.

A primeira edição do CÂMBIO ocupou o Teatro Estadual Glaucio Gill de 2010 a 2011, enquanto a segunda edição ocupou o Teatro Municipal Café Pequeno de 2012 a 2015. Nos dois teatros, os palcos foram reestruturados e a curadoria criou programações diversificadas, incluindo teatro, música, dança, cinema e festivais, com um fio condutor definindo um perfil de produções de distinção de linguagem e valor cultural, contemporâneas e populares. Na primeira edição, foi um total de sessenta espetáculos, 394 sessões, 23000 espectadores e uma nomeação na categoria especial do Prêmio APTR de 2011. Já segunda edição foram cerca de 99 espetáculos, 720 sessões e 60000 espectadores.

Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e

Secretaria Municipal de Cultura

apresentam

 

 

Começa, no dia 06 de abril, a segunda edição do projeto “Câmbio”, com direção artística de César Augusto e direção de produção de Jonas Calmon Klabin. Durante um ano, o evento estará no Teatro Municipal Café Pequeno e, para o mês de lançamento, o público poderá contar com o espetáculo “Hedwig e o Centímetro Enfurecido”, com direção de Evandro Mesquita e com temporada de quinta a domingo, até o dia 22 deste mês.

 

A Oz, através do patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e da Secretaria Municipal de Cultura, é responsável pela continuação do projeto e contempla repaginar o espaço, criandouma ambientação cenográfica e dando a ele maiores possibilidades de receber produções com relação de palco e plateias diferentes.

“’Câmbio’ aposta na sua definição, constantemente trocando tudo de lugar. E isso no sentido maior. Nossa primeira edição foi no Teatro Glaucio Gill. Nesta segunda edição, agora no Teatro Café Pequeno, faremos também uma repaginação do espaço para ficar ainda mais acolhedor do público e das produções, além de criar novas possibilidades de relação-plateia. A programação também… cheia de troca-troca”, diz Jonas Klabin.

Na programação, artistas que estão em produção ascendente no cenário cultural do Rio; projetos de outros estados e países; espetáculos de sucesso e inéditos; musicais, shows de música, cabaré, esquetes musicais, dança, teatro de revista, leituras dramatizadas, poesia e workshop. Também serão realizadas parcerias com Festivais, como o Tempo_Festival das Artes e o FESTLIP (Festival deTeatro da Língua Portuguesa); grupos de teatro, música, dança e personalidades criando uma programação popular, rica e diversificada, acessível a todas e contando com planos de formação de plateia.

 

Manteremos a diversidade de companhias, diretores e autores de espetáculos, incluindo alguns projetos convidados e outros realizados pelos diretores da ocupação”, afirma César Augusto.

 

Todo o processo de ocupação poderá ser acompanhado pelo blog cambio.art.br, que também manterá disponíveis formulários de inscrições para pautas, workshops, atividades e também as matérias, os serviços e fotos de todos os eventos do projeto.

 

Sobre o Câmbio

 

A primeira edição do “Câmbio”, realizada no Teatro Estadual Glaucio Gill, se responsabilizou pelas atividades culturais exercidas ao longo de 11 meses, de final de maio 2010 a início de maio 2011. Com um olhar apurado, a curadoria criou uma programação diversificada, incluindo teatro, música, dança, cinema, e festivais, porém com um fio condutor definindo um perfil de produções de distinção de linguagem e valor cultural, contemporâneas e populares. Dentre os resultados da primeira ocupação, podemos destacar: a intervenção e ambientação cenográfica do teatro e produção de uma nova fachada; 60 espetáculos realizados no palco do Câmbio, somando um total de 394 sessões, onde artistas estabelecidos e talentosos estreantes dividiram o palco, apresentando espetáculos variados e aplaudidos pelo público e crítica e que renderam importantes prêmios e indicações, como nove indicações ao Prêmio Shell (ganhou dois), 16 indicações no APTR (ganhou sete), duas indicações ao Premio Contigo (ganhou um) e sete indicações ao Premio Arte Qualidade Brasil (ganhou um); realização de seis processos de oficina com artistas diferentes; um público total de 23.000 espectadores (média de público diário de 75% da lotação da casa incluindo o palco principal e o café-teatro) e, o resultado, a recolocação do Teatro Glaucio Gill no centro do cenário cultural carioca e na indicação na categoria especial do Prêmio APTR para o projeto “Câmbio”. Primeiro projeto de ocupação artística a receberesta indicação.

 

Serviço

Local: Teatro Café Pequeno (Rua Ataulfo de Paiva, 269 – Leblon)

Telefone: (21) 2294-4480

Ingressos: até R$30,00 (inteira)

Capacidade: 100 lugares

Horários: Programação variada de quarta a domingo

Classificação indicativa: 18 anos

 

Ficha Técnica da Ocupação Artística no Teatro Café Pequeno

Direção artística: César Augusto

Direção de produção: Jonas Calmon Klabin

Produção executiva: André Vieira

Assistência de produção: Victor Gorgulho

Ambientação cenográfica: Pândega (Suzane Queiroz)

Programação visual e conteúdo web: Tania Grillo

Identidade visual: Radiográfico

Assessoria de imprensa: Daniella Cavalcanti

Consultoria Contábil: Cristiane Cavalcante

Co-produção: Treco

Realização: Oz

O COMEÇO DA OCUPAÇÃO CÂMBIO NO TEATRO MUNICIPAL CAFÉ PEQUENO

Dando continuidade a uma receita de sucesso comprovada, a segunda edição do projeto contempla repaginar o espaço, criando uma ambientação cenográfica e dando a ele maiores possibilidades de receber produções com relação de palco e plateia diferentes.  As primeiras intervenções do projeto CÂMBIO no espaço foram realizadas pensando em ampliar as possibilidades do teatro e melhorar o conforto do público que vêm prestigiar os espetáculos. A seguir fotos das realizações até o momento:

Nova comunicação e nova iluminação da fachada:

 

Extensão do palco com modulados:

 

Nova iluminação de plateia e pintura do ar condicionado: 

 

Melhoras no banheiro masculino:

  

Melhoras no banheiro feminino:

 

      

 

Ambientação cenográfica do foyer de entrada:

A PRIMEIRA EDIÇÃO DO CAMBIO:

A Fundação Eva Klabin, através de um convênio e patrocínio da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro e da FUNARJ,  foi responsável pela realização da ocupação artística do Teatro Estadual Gláucio Gill. A proposta tem como conceito-guia da produção e programação a palavra “Câmbio” e seus significados. A ocupação ocorrereu de maio de 2010 até maio de 2011, totalizando 12 meses.

Seguindo a linha de projetos de intervenção artística que a Fundação Eva Klabin vem realizando ao longo dos anos, como o projeto “Respiração” e o “Mistério na Mansão” que ocuparam a casa da Fundação Eva Klabin, criamos uma intervenção cenográfica com o intuito de destacar o Teatro Estadual Gláucio Gill dentro do cenário cultural carioca e regido pelo conceito de “câmbio”. O projeto transforma o espaço físico do teatro e abre uma plataforma de troca e exposição de projetos e idéias, criando um diálogo entre diferentes talentos, modalidades artísticas, projetos locais, interestaduais e internacionais.

Fisicamente, criamos uma intervenção cenográfica permanente durante a ocupação do teatro, cujo principal objetivo é dinamizar a relação de palco e platéia, acolhendo o público com diversas possibilidades de arranjo da platéia (de acordo com cada produção). Uma nova fachada artística foi montada com o intuito de chamar atenção à nova programação do teatro e do espaço alternativo no segundo andar reservado principalmente para uma grade de programação universitária, acolhendo assim os talentos em fase de formação.

Um coletivo formado por artistas/produtores profissionais é responsável pela direção, produção e programação artística do espaço.  A programação, que prioriza a qualidade das produções, investirá em artistas que estão em produção ascendente no cenário cultural do Rio de Janeiro, diversificará a programação com outras modalidades artísticas, principalmente a música, e acolherá projetos de outros estados e países.

O processo de ocupação é acompanhado de um blog na internet incluindo informações, vídeos, fotos e outros conteúdos sobre o teatro e todos os eventos realizados junto à ocupação do teatro.

FICHA TÉCNICA DO PROJETO NO TEATRO GLAUCIO GILL

  • Direção artística                           César Augusto
  • Direção de produção                    Jonas Calmon Klabin
  • Produção executiva                     Tathiana Mourão
  • Assistência de produção              Rafael Mose
  • Coordenação de programação    César Augusto
  • Programação palco principal      Jonas Calmon Klabin
  • Programação universitária         Diogo Liberano
  • Projeto cênico                 Arquitetura do Efêmero (Bia Junqueira e Henrique Mourthé)
  • Programação visual                     Radiográfico
  • Assessoria de imprensa              RPM Comunicação
  • Patrocínio                       Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro e FUNARJ
  • Realização                                     Fundação Eva Klabin
  • Produção                                       Oz e Cucaracha
  • Apoio                                             Blue Man
  • Promoção                                      MPB FM e Metrô Rio

MONTANDO A INTERVENÇÃO CENOGRÁFICA

O projeto cênico, assinado pela Arquitetura do Efêmero (Bia Junqueira e Henrique Mourthé) propõe uma nova relação de palco e platéia, permitindo diferentes formatos:

Italiano:

Arena:

BIA JUNQUEIRA FALA SOBRE O PROJETO CÊNICO

PANORAMA DA MONTAGEM

A BLUE MAN APOIA “CAMBIO” COM AMBIENTAÇÃO DO TEATRO

A Blue Man ambienta a fachada, hall de entrada, escada e lounge do teatro.

O TEMPO FESTIVAL ESTRUTURA ESPAÇO DE PRODUÇÃO

MATÉRIAS SOBRE O “CÂMBIO”

O Globo:

Folha de São Paulo:

O Estado de São Paulo:

FOTOS DO ESPAÇO NOVO